Anotações que deixo aqui dos pensamentos de Wayne Shorter, membro da SGI dos Estados Unidos (www.sgi-usa.org), como Herbie Hancock que está chegando ao Brasil, para inspirar você. E tenha a certeza absoluta de que vale mais a pena escolher o lado iluminado da vida - que está bem dentro de você. É só uma questão de escolha. "Pessoas confusas não vêem beleza.""O artista quando está envolvido com outras pessoas, namorados, esposas...são os seres humanos mais completos... esse é o combustível para a sua arte... As conexões contudo são inconspícuas (invisíveis)... Você tem encontros. Eles não são acidentais, são resultados da relação de ‘causa e efeito’... Não há nada de “elite” ou misterioso em ser um artista, mas há algo místico. Misterioso e místico são duas coisas bem diferentes, místico é mais profundo...""A imagem mais clara de mestre e discípulo pra mim é a do pai que leva o filho para assistir a uma parada e o coloca em seus ombros para que ele possa enxergar mais longe. O pai pode ver mais do que o filho, mas ao colocá-lo nos seus ombros o filho pode ver mais e contar a ele o que ele está vendo. Essa troca constante é que é a verdadeira essência de mestre e discípulo...Words of Wayne Shorter, compiled when I’ve been at BSGI (www.bsgi.org.br) headquarters to meet with Wayne, last November. He is SGI USA member as buddhist (www.sgi-usa.org) I leave here some Wayne thoughts to inspire you. I bet and am totally sure that is better to choose the lightning condition inside of life. This is a matter of choice. “Confused people cannot see beauty.”“When get involved with people, boyfriend, girlfriend, wife.... artists are human beings more complete. This is a fuel of his or her life. The connections, even though, are inconspicous (invisible)... You have encounters all the time. They are not by a chance, they are cause and effect relationship results. There is nothing about been “elite” or mysterious with artist life, but there is something of mystical. Mysterious and mystical are very different things. Mystical is deeper...” “The better image I have about mentor & disciple relationship is that one in which the father take his son to the parade and keep the kid on his sholders. Father is able to see further than the son, but putting him on his sholders turn the son the person who can see any further than his father. This constant exchange is the real essence of mentor and disciple relationship...
Uma música que me impressionou na infância foi Kimito Itsumademo, de Yuzo Kayama. Um artista popular no Japão nos anos 60. Seu pai foi um famoso ator de filmes dos anos 30 e ele mesmo acabou se tornando também famoso devido à atuação em vários filmes, até que foi convidado por Akira Kurosawa para participar do filme Red Beard, com Toshiro Mifune, outro ícone da história cultural japonesa. A composição Kimito Itsumademo foi uma das minhas preferidas na adolescência.
(http://en.wikipedia.org/wiki/Yuzo_Kayama) Yūzō Kayama (加山 雄三, Kayama Yūzō?) is a Japanese popular musician and film star born on April 11, 1937. His father, Ken Uehara, was one of one of the most popular film stars in Japan during the 1930s. Yuzo Kayama became one of Japan's biggest stars of the 1960s in the "Wakadaishô" or "Young Guy" film series. He showed his ability for drama when Akira Kurosawa cast him for his 1965 film, Red Beard (赤ひげ, Akahige?), starring Toshiro Mifune. Kayama reported that he found the two years spent making this film the most difficult, but proudest work of his life. As a singer, he performed a distinctly Japanese form of psychedelic surf music in the 1960s. One of his best-known songs was "Black Sand Beach." He is ranked at No.80, in a list of Japan's top 100 musicians, compiled by HMV.
Futariwo yuuyamiga tsutsumo kono madobeni Olhando para este pôr-do-sol que nos envolve
Ashitamo subarashi shiawasega kurudarou Tenho a certeza de que amanhã serei feliz também
Kimino hitomiwa hoshito kagayaki Os seus olhos brilham com as estrelas
Koisuru kono munewa honooto moeteiru E este meu peito queima de tanto amor
Oozora somete yuku yuuhi iroasetemo Ainda que as cores do céu se tornem uma só
Futarino kokorowa kawanarai itsumademo Nosso amor jamais será diferente
Shiawasedana Que felicidade!
Bokuwa kimito irutokiga ichiban shiawase nanda Eu sou mais feliz quando estou com você
Bokuwa...shinumade kimiwo hanasanaizo Eu jamais vou deixar você
Iidarou? Tudo bem?
Kimiwa soyokazeni kamiwo tokasete O vento suave acaricia os seus cabelos
Yasashiku kono bokuno shitoneni shiteokure Que eu rogo para que sejam só meus
Koyoimo higa kurete tokiwa sariyuku tomo Ainda que o tempo passe dia após dia
Futarino omoiwa kawaranai itsumademo Nosso sentimento jamais será diferente
(english) http://www.restorativejustice.org/resources/leading/zehr Howard Zehr is widely recognized as a major restorative justice pioneer. His book, Changing Lenses: A New Focus for Crime and Justice, is considered a foundational work in the restorative justice movement.He is currently Professor of Sociology and Restorative Justice in Eastern Mennonite University’s graduate Conflict Transformation Program. More information at http://www.emu.edu/personnel/people/show/zehrh
(portuguese) http://www.palasathena.org.br/frames.asp?language=pt Howard Zehr, um dos mentores da Justiça Restaurativa, faz conferência na USP A Justiça Restaurativa é uma nova referência para ser aplicada em conflitos, crimes e situações de violência. Zher foi um dos primeiros no mundo a propagar seus princípios e práticas. Em sua palestra (leia no link a íntegra). Uma das grandes diferenças entre o sistema convencional e o sistema restaurativo reside no papel que é dado à vítima, que é colocada em posição central nas práticas restaurativas. "As vítimas querem uma chance de dizer o que sentiram. Elas querem ter opções no processo", afirma Howard Zehr. No processo criminal comum, a vítima é tratada como mais um meio de prova com o fim de incriminar o réu.